10 de fevereiro de 2013

O poder no Império e a honra nas ruas


Manifesto II

Ao EternismoVamos reagir. É nossa a honra. O tempo nos favoreceu a vida. Vamos atacar por todos os lados; protegendo-nos é claro, pois esperemos contra ataques. Nossos oponentes festejaram quando sofremos; mas resistimos e sobrevivemos; e aprendemos a dominar nossos dons na observação da natureza.

As cenas são feitas por nós e refletimos os sonhos que temos. E se sonhamos Deus. ...Nesse curto prazo de durabilidade conseguiremos semear na terra as sementes da vida; no seu linear da eternidade; e assim confraternizaremos com a natureza o alvorecer do princípio eterno da vida. Compreendendo que a nossa existência decorre da consciência que em nós se manifesta como pensamento de amor, ao nosso criador.
Não aceitamos as ruas, sem termos o império nas mãos; aceitamos a missão, mediante a conquista da honra. Pois todo ser em vida precisa viver. Compreendemos que a luta depende da condição em que se encontra nossa realidade; ou da realidade condicional que nos encontramos. Não temos qualquer tipo de duvida que seja em relação a nossa eternidade; capitada em todas as ciências da humanidade. E compreendida no instante em que alcançamos as certezas escondidas no abstrato das palavras, nos códigos encobertos nas histórias empoeiradas e pelas interpretações duvidosas. Sabemos que a razão da morte é a condição para a vida. Pois em nossa natureza é assim: Enquanto existirmos como humanos dependeremos que outros seres existam em detrimento da nossa condição de vida. Por lei natural; é preciso que haja muitas outras espécies e formas de vida, para proverem condições á outras de existirem. Portanto o morrer se torna necessário para coexistir a vida na sua forma eterna.

Temos a certeza de que o tempo disponível é muito curto. Porém conseguimos enxergar os caminhos certos que precisamos trilhar; até que cheguemos ao encontro da hora certa em que teremos de pararmos. Não tememos a morte; sentimos somente o entusiasmo a cada momento. Pois nossa visão pode oscilar entre o mundo e o universo, entre o que somos e o que representamos.
Recriamos os elos que fundem o homem a Deus o criador. E testificamos a grandeza de toda sabedoria da natureza eterna na criação perfeita da vida! Sendo ela a maior expressão da existência de Deus o criador.
Ao percebermos o equilíbrio na existência, notamos que a vida é regida em sua perfeição eterna, transmitida de um ser para outro no término de sua manifestação. Dessa maneira podemos compreender a eternidade pela transmissão natural da vida. E assim consideramos que pela arte podemos materializar nossos pensamentos para a elevação da compreensão de todos.
  
Ao nos construirmos nas ruas e nos impérios, nos solidificaremos em poder e honra; para que nossas ações possam de fato representar nossos pensamentos. Pois ao refletirmos sobre o que somos e o que podemos; nós nos deparamos com uma certeza: Existimos somente, porque a vida nos faz pertencer á natureza. Eis então o motivo pelo qual nos organizamos em defesa da vida em sua plenitude natural. Não nos limitamos a uma ação sem prática. Mas partimos para um combate artístico, cultural e sociológico direto. Porque sem a prática a consciência não existe. O que nos movimenta é a fé, mas o que nos dignifica é a ação. No entanto de nada nos serve o agir sem o sabor da conquista.
Como artistas, necessitamos produzir arte; para que nossa arte nos leve onde ela for. E nos levando, levará nossos pensamentos. Tanto nas ruas, como nos impérios.

///Por: Civaldo Rodrigues

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