Não estive presente em nenhuma das reuniões do “Blocão”, todavia, as informações que recebi dão conta que, nelas, não foram discutidas propostas para resolver o problema da falta de água, do trânsito caótico, da insegurança, do turno intermediário de nossa educação, da falta de projetos para o futuro quando daqui a cem anos o minério de ferro acabar, da saúde pública, da falta de saneamento, da falta de lazer para os trabalhadores, da falta de cursos técnicos e universitários para nossos jovens, da falta de habitação para os desabrigados, da drenagem de nossos rios para que ano após ano a cidade não conviva com enchentes e catástrofes, do fortalecimento de entidades como OAB, Sindicatos, Associação médica, entre outras, que poderiam colaborar de forma substancial para o crescimento do município sem depender única e exclusivamente da mineradora, da situação dos nossos pedintes e dos que a cada dia chegam de fora em busca de um melhor meio de vida. //Comentário retirado de uma postage...