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Mostrando postagens de outubro 1, 2011

Dilma admite que saúde tem 'problema sério' de gestão

Rafael Moraes Moura e Tânia Monteiro, de Agência Estado A presidente Dilma Rousseff admitiu nesta quinta-feira, 29, que a área de saúde enfrenta um 'problema sério de gestão', durante entrevista ao vivo ao programa 'Hoje em Dia', da TV Record. Para a presidente, não é possível aceitar que a saúde no Brasil 'não precisa de mais dinheiro'. 'Tem um problema sério de gestão sim. A gente tem recursos e o uso desse recurso tem de ser melhorado', disse a presidente, ao ser questionada pelo apresentador se dava para melhorar a saúde do Brasil e se era necessário um novo imposto para isso. 'Não estou pedindo hoje um aumento de impostos. Nós vamos melhorar a gestão da saúde nesse País e, quando ficar claro para população que ela precisa de mais coisa, ela mesma vai se encarregar de pedir. Temos de provar, o governo federal, estaduais, municipais, que nós podemos gerir bem a saúde e a partir daí começar a conversar claro para a população', ...

''Não há dinheiro para resgatar todo mundo''

A crise europeia está longe de ser resolvida e é o maior empecilho para que os mercados desenvolvidos mantenham desempenho superior ao dos emergentes. A avaliação é do economista Ricardo Amorim. Após trabalhar em vários bancos internacionais, em São Paulo e em Nova York, ele voltou ao Brasil pouco antes do estouro da crise econômica nos Estados Unidos. Hoje, está à frente da Ricam Consultoria. 'Temo que os efeitos da crise europeia para a economia mundial sejam piores do que o impacto da crise americana', diz. Para Amorim, os países europeus apenas ganharam tempo com os pacotes que socorreram a Grécia e a Irlanda. Uma solução efetiva ainda está distante, diz. O argumento é o de que não há recursos suficientes para salvar países que ainda enfrentarão problemas em decorrência da situação fiscal delicada: Portugal, Espanha, Itália e Bélgica. 'Não existe dinheiro para resgatar todo mundo', argumenta Amorim. Segundo ele, há três saídas possíveis: 1) calote...

Banda larga popular chega a 344 cidades

A partir de hoje, consumidores de 344 cidades brasileiras poderão contratar pacotes de internet com velocidade de 1 megabit por segundo a R$ 35 por mês. Nessa data, passa a valer a obrigatoriedade dos acordos firmados pelas empresas Oi, Telefônica, Algar Telecom e Sercomtel para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). A expectativa do Ministério das Comunicações é que, até o final do ano, 544 municípios brasileiros tenham acesso ao pacote popular. Até 2014, todos os municípios brasileiros serão contemplados pelo serviço. Também serão iniciadas, a partir de hoje, as ofertas de atacado dos termos de compromisso, destinadas a pequenos prestadores. Essas ofertas devem, em um primeiro momento, cobrir 982 municípios do País. Conforme os Termos de Compromisso assinados pelas quatro concessionárias, não poderá haver venda casada, ou seja, a empresa não poderá obrigar o consumidor a comprar outro produto além da conexão à internet. Onde a venda de internet fixa por R$ 35 não f...