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Mostrando postagens de novembro 12, 2012

MOÇAMBIQUE CRIA MAIOR RESERVA AMBIENTAL MARINHA DA ÁFRICA

O governo de Moçambique anunciou a criação da maior reserva ambiental da vida marinha da África, com 10,4 mil km² de áreas protegidas nos arredores de um conjunto de dez ilhas no litoral do país, conhecido como Arquipélago das Primeiras e Segundas. A informação foi divulgada nesta terça-feira (6) pela organização ambiental WWF. O conjunto de ilhas é pouco habitado, mas é rico em vida marinha e tem águas frias, com grande quantidade de nutrientes, segundo a organização, que afirma atuar há oito anos no arquipélago com conservação de vida marinha. As ilhas abrigam várias espécies de tartarugas, como a  Chelonia mydas , a Eretmochelys imbricata  e a  Caretta caretta . Além disso, foram identificados mais de 30 mil ninhos de pássaros importantes da fauna local, segundo a WWF. Grupos de baleias são vistos frequentemente nos arredores do arquipélago, ainda de acordo com a organização. “É um passo importante no esforço para alcançar a conservação dos animais e o manej...

MUDANÇA CLIMÁTICA PODE TER AJUDADO A DESTRUIR CIVILIZAÇÃO MAIA, DIZ ESTUDO

Cientistas de universidades dos Estados Unidos, da Alemanha, da Grã-Bretanha e da Suíça realizaram um estudo que aponta que mudanças climáticas ocorridas no passado podem ter contribuído para o crescimento e o fim da civilização maia clássica, que habitou a região da América Central há mais de mil anos. O estudo foi publicado no site da revista “Science”, nesta quinta-feira (8). De acordo com os pesquisadores, já era cogitada a hipótese de que o clima pode ter causado a desintegração da sociedade maia, mas ainda não havia medições precisas sobre como e quando estas mudanças climáticas ocorreram.

SAPO CONSIDERADO EXTINTO NA NATUREZA VAI SER REINTRODUZIDO NA TANZÂNIA

Centenas de sapos da Tanzânia, de uma espécie considerada extinta na natureza ( Nectophrynoides asperginis ), vão ser liberados nesta semana em seu habitat natural no país africano, em uma ação integrada entre o governo tanzaniano e dois zoológicos americanos, segundo o jornal “Washington Post”. A espécie foi encontrada em 1996 nos arredores de cachoeiras na região de Kihansi, em uma pequena área de cerca de 0,02 km² (cinco acres, de acordo com a publicação). A construção de uma barragem de hidrelétrica na região diminuiu ainda mais o habitat dos anfíbios e reduziu sua presença, segundo o jornal. O animal foi visto pela última vez na natureza em 2004, e é considerado extinto desde 2009 pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). Segundo o jornal, o plano dos órgãos de conservação da vida selvagem dos zoológicos do Bronx e de Toledo, ambos nos Estados Unidos, é contar com ajuda do governo da Tanzânia para liberar os animais reproduzidos...