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Mostrando postagens de abril 1, 2011

O Silogismo

A realização mais famosa de Aristóteles como lógico é sua teoria da inferência, tradicionalmente chamada de silogismo. Esta teoria é de fato a teoria das inferências de um tipo muito específico: inferência com duas premissas, sendo cada uma delas uma sentença categórica, tendo exatamente um termo em comum, e tendo como conclusão sentença categórica, dos quais os termos são aqueles dois termos não compartilhados pelas premissas. Aristóteles chama de termo compartilhado pelas premissas o termo médio ( meson ) e cada uma dos outros termos das premissas de extremos ( akron ). O termo médio precisa ser ou sujeito ou predicado de cada premissa, isso pode ocorrer de três formas: o termo médio pode ser sujeito de uma premissa e predicado de outra, o predicado das duas premissas ou o sujeito das duas premissas. Aristotéles refere-se a esse arranjo de termos como figuras ( schêmata ). Aritóteles chama o termo que é predicado da conclusão de  termo maior  e o termo que é objeto da concl...

Tabela-Verdade (Negação, Conjunção, Disjunção, Disjunção Exclusiva, Condicional, Bicondicional)

NEGAÇÃO  p ~p V F F V CONJUNÇÃO  p  q  p ∧ q V  V  V V  F  F F  V  F F  F  F    DISJUNÇÃO  p  q  p ∨ q V  V  V V  F  V F  V  V F  F  F DISJUNÇÃO EXCLUSIVA  p  q  p ∨ q V  V  F V  F  V F  V  V F  F  F CONDICIONAL  p q  p →q V V  V V F  F F V  V F F  V BICONDICIONAL  p q  p ↔ q V  V  V V  F  F F  V  F F  F  V Assistam uma boa explanação do Professor Tácio Maciel

Monteiro Lobato e “as metamorfoses do Jeca Tatu”

Segundo Aluízio Alves Filho, em  As metamorfoses do Jeca Tatu , o personagem apareceu pela primeira vez num publicado no jornal  O Estado de S. Paulo, intitulado “Velha praga”, e em outro artigo chamado “Urupês” .  Os dois integrariam, mais tarde, o livro de contos publicado em 1918 com o título de Urupês.  A primeira identidade do Jeca Tatu – que, para Alves Filho, foi a que mais se fixou no imaginário social como representativa da identidade do brasileiro – foi a do caipira. Nessa primeira construção, Monteiro Lobato descrevia o Jeca Tatu como um caboclo de barba rala, fruto da mistura do branco com o índio, que vivia incrustado na Serra da Mantiqueira e que nada fazia senão ficar de cócoras e modorrar. Alves Filho chama aten ão para o fato de que, com o adjetivo “umberava qualquer”, modo atrav s do qual o neto do barão de Trememb qualificava o Jeca Tatu, oescritor taubateano localizava socialmente o “soturno personagem” como um indivíduo sem posse, sem tradição fa...