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Mostrando postagens com o rótulo HIV

Pacientes mostram-se livres do vírus da AIDS após transplantes

Dois pacientes em que o HIV parecia ter sumido depois de terem feito transplantes de medula óssea para tratar um câncer permaneceram livres do vírus após pararem o tratamento com as drogas para a doença. O resultado é um passo rumo à tão esperada cura. Dados dos mesmos pacientes foram apresentados há um ano em uma conferência em Washington D.C. pelos mesmos pesquisadores: Timothy Henrich e Daniel Kuritzkes. No entanto, na época, os pacientes não tinham parado com os medicamentos para AIDS. Transplantes de medula óssea são operações complicadas, não muito usadas em pacientes com doenças controladas com coquetéis de medicamentos. Mas os cientistas esperam que esses dois casos deem pistas sobre novas formas de erradicar a doença. Os pacientes foram ao hospital para tratar câncer no sangue e, eventualmente, precisaram, como tratamento, que as células-tronco da medula óssea (as criadoras de células do sistema imunológico e que estavam infectadas com o vírus da imunodeficiênc...

Nova vacina protege ratos do vírus HIV

Expectativa é que, no futuro, técnica também possa ser emprega em seres humanos. O vírus HIV tem resistido a três décadas às vacinas e tratamentos criados para combatê-lo. Contudo, pesquisadores da CalTech podem ter dado o primeiro passo em busca da descoberta de uma cura para um dos vírus mais mortais existentes. Uma nova terapia genética testada foi capaz de manter ratos imunes ao vírus. Primeiramente, os cientistas injetaram vírus geneticamente modificados nas células musculares. O novo DNA se misturou ao antigo e foi capaz de “reprogramar” as células afetadas, permitindo que o sistema imunológico pudesse produzir anticorpos para removê-lo. Embora promissora, a técnica é considerada de alto risco já que uma vez que as células são reprogramadas a técnica não pode ser desfeita, gerando consequências ainda desconhecidas pelos pesquisadores. A vantagem é que a aplicação é feita com apenas uma injeção. Após o sucesso no estágio inicial, o grupo acredita que precisa de mais testes e ...

Dia Mundial de luta contra a AIDS - 1 de Dezembro

Em São Paulo, pessoas expostas ao HIV podem fazer tratamento para barrar infecção

Quando uma pessoa se expõe ao HIV, uma terapia feita até 72 horas após a exposição pode impedir a infecção pelo o vírus causador da Aids. Para barrar a transmissão da doença, o governo de São Paulo acaba de criar uma rede de serviços, que vai atender vítimas de violência sexual e acidente profissional, além de situações de rompimento de preservativo entre parceiros sorodiscordantes (quando um deles é sabidamente portador do HIV). A terapia, chamada de quimioprofilaxia, é uma medida eficaz para prevenção da infecção pelo vírus HIV. O procedimento deve ser realizado no máximo até 72 horas após a exposição. São utilizadas três drogas antirretrovirais e o tratamento tem duração de um mês. Para Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids-SP, nas situações de exposição sexual em que a sorologia do parceiro é desconhecida, a quimioprofilaxia deve ser muito bem avaliada, medindo-se riscos e benefícios de sua indicação, conforme o tipo de exposição e risco potencial da conta...

Transplante de medula cura paciente com Aids

Um americano de 42 anos parece ter sido o primeiro caso de cura da Aids desde o início da epidemia que, só no ano passado, matou 1,8 milhão no mundo, segundo a OMS. Timothy Ray Brown, que além do HIV tinha leucemia, foi submetido a um transplante de medula óssea em 2007. Desde então, o americano não tem nenhum sinal de que um dia teve Aids. “Mais de três anos após o transplante, o paciente não tem HIV no sangue e nem mesmo os anticorpos para o vírus. É como se ele nunca tivesse Aids”, explica o médico Érico Arruda, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. No transplante, realizado em 2007, Timothy recebeu células-tronco de um doador que tem uma mutação genética que o torna resistente ao vírus. Quando a medula implantada passou a funcionar e produzir as células sanguíneas no organismo de Timothy, ele passou a ter a mesma resistência ao HIV. “As células de defesa do doador não tinham um receptor CCR5, que permite que o HIV entre nas células. Após o transplante, o...