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Mostrando postagens de maio 22, 2013

A obra de belo monte pode alagar uma área de 516 km²

Governo planeja construir 63 usinas hidrelétricas em diversas bacias hidrográficas da Amazônia. Altamira vive as consequências geradas pelo aumento populacional: faltam escolas, hospitais e saneamento básico O Greenpeace sobrevoou a Usina Hidrelétrica de Belo Monte no dia 10 de abril e essa atividade fez parte das programações que envolvem o navio Rainbow Warrior, que na perna amazônica tem dado ênfase à campanha da Lei do Desmatamento Zero. Até o momento, mais de 93 mil pessoas assinaram a petição online que objetiva coletar no mínimo 1,4 milhão de assinaturas para esse projeto de lei de iniciativa popular. O fato de o governo federal projetar a construção de 63 hidrelétricas nos rios Madeira, Teles Pires, Tapajós, Negro, Xingu, Trombetas e seus afluentes tem gerado perplexidade e deixado a Amazônia em estado de alerta máximo. E a se valer pelo que vem acontecendo na construção desta usina paraense, a preocupação tem razão de ser. As consequências desta obra começam a ser senti...

Governo do legítimo retrocesso

O governo Dilma Rousseff protagoniza um dos piores desempenhos na área ambiental que o Brasil já viveu em anos. A presidente não criou nenhuma unidade de conservação e ainda conseguiu reduzir algumas das que já existem. Nesta terça-feira,  a manobra presidencial para aprovar a Medida Provisória nº 558, que altera o limite de oito unidades federais na Amazônia , conquistou o aval da Câmara dos Deputados. A MP retira de proteção 86 mil hectares de floresta para dar lugar a quatro grandes projetos de hidrelétricas nos rios Madeira e Tapajós. Aprovada na forma do projeto de lei de conversão, a matéria teve relatoria do deputado Zé Geraldo (PT-PA), e ainda deverá ser votada pelo Senado. As unidades envolvidas são os Parques Nacionais dos Campos Amazônicos, da Amazônia e Mapinguari; as Florestas Nacionais de Itaituba 1, Itaituba 2, do Crepori e do Tapajós; e também a Área de Proteção Ambiental (APA) Tapajós. Somente no Mapinguari, quatro áreas serão excluídas, em um total de 8.470 h...

Não estamos sós - Código Florestal

Cai por terra um dos mais repetidos argumentos ruralistas utilizados nas discussões sobre a reforma do Código Florestal Brasileiro na Câmara dos Deputados. Um estudo realizado sobre as normas de 11 nações demonstra que, definitivamente, a legislação florestal não é uma exclusividade brasileira. A pesquisa mostra que o Brasil não está só nesse barco, e, ainda mais, que pode aprender muito com a experiência de outros países. Há leis que regem as florestas mundo afora, inclusive anteriores à nacional, e vivências que podem enriquecer em muito o debate, caso os parlamentares do Congresso Nacional as examinem. É a partir da análise da história que devem ser revistos os erros e acertos passados, para uma melhor formulação do que se quer como futuro. Por esse motivo, partiu do Greenpeace a iniciativa de requisitar a pesquisa técnica, que reúne dados de Alemanha, China, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Indonésia, Japão, Polônia, Reino Unido e Suécia. A compilação dos dados foi le...