As obras de mobilidade urbana, ampliação de aeroportos e outras melhorias de infraestrutura nas 12 cidades que receberiam a Copa do Mundo de 2014 foram o principal argumento para convencer os céticos de que organizar o torneio valeria a pena. O dinheiro gasto seria um investimento para melhorar a qualidade de vida da população. Mas ao longo dos sete anos de preparação, muitas obras atrasaram, algumas foram descartadas e, de concreto, houve poucas melhorias. Veja toda a matéria