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Câmara de Parauapebas é a mais cara do país

Tomando por base o orçamento anual de R$ 19 milhões da Casa e o seu quadro que é de apenas 11 vereadores, a InRevista, periódico que circula na região a partir de Parauapebas, denuncia que a Câmara Municipal tem os vereadores mais caros do Brasil. Segundo a revista, o Poder Legislativo parauapebense possui em seus quadros 529 servidores contratados sem concurso público, o que dá uma média de 48 funcionários para cada vereador, número considerado muito grande se comparado com outros parlamentos. A revista levanta que a Câmara Municipal de Parauapebas (CMP) possui mais servidores do que os ministérios de Esportes, que conta com 348 funcionários, e do Turismo, que tem em seus quadros 450 servidores públicos. De acordo com levantamento feito pela ONG Contas Abertas, o custo mensal de cada parlamentar na Câmara dos Deputados, em Brasília, chega a R$ 114 mil, inclusos aí o salário, despesas com viagens e outros auxílios. Em Parauapebas, conforme denuncia a InRevi...

Unisa digital e os descumprimentos em relação ao meterial didático

 Como estudante da Universidade UNISA DIGITAL fiz minha parte, enviei esse recado para a ouvidoria. Fico impressionado com tamanha incompetência de tal Instituição, estudamos nessa escola a quase um ano e ainda não vimos nada que podemos dizer "que organização", falo das entegras das apostilas que a tão grande instituição se responsabilizou em entegrar para todos os alunos para assim inibir os gastos e a falta de alunos com material, mas o que presenciamos é o descumprimento, atraso da instituição, prejudicando a todos pois assim ficamos sem tirar as apostilas e sem receber as prometidas, eu como aluno todos os dias letivos estou na secretaria cobrando para poder estudar mais a unica resposta que cebo das recepcionistas é: Não sei de nada, o que nos passaram é que vai chegar . Ficamos na espera e prejudicados.

A Vale admite conversar sobre os royalties

O presidente da Vale, Murilo Ferreira, deve se encontrar hoje no Rio com Darci Lermen, o prefeito de Parauapebas, a cidade a mina de Carajás e que questiona na justiça o pagamento de royalties pela mineradora. No começo do ano, em função de um processo movido pelo petista Lermen, que tem o governo federal como aliado, a Vale esteve na iminência de perder a concessão da lavra de Carajás, a maior mina de minério de ferro do mundo. Mas desde a saída de Roger Agnelli da empresa, em abril, o processo está em banho-maria. “Estou cautelosamente otimista com a negociação com o novo presidente da Vale”, disse Lermen ao blog. “Ele tem dado mostras de que quer dialogar.” Segundo as estimativas do governo, a Vale teria deixado de recolher 4 bilhões de reais em royalties do minério desde os anos 90 em todo o país. Agnelli negava a existência da dívida, mas um cauteloso Ferreira parece interessado em entrar num acordo com o governo e com as cidades mineradoras. Em ...