Claudio Leal Ativista da Rede contra a Violência do Estado do Rio de Janeiro, Márcia Honorato relatou à secretaria estadual de Direitos Humanos as ocorrências de ameaças de morte e de um atentado frustrado no Centro da capital, depois de ter feito denúncias contra a violência policial em morros cariocas. Na terça-feira (13), na Cinelândia, um Siena cinza foi jogado contra a militante, que a princípio imaginou que se tratava de uma manobra irresponsável. Mais tarde, ao parar numa barraca de cachorro-quente, por volta das 21h, os ocupantes do mesmo carro passaram a observá-la. Márcia notou que o grupo havia conversado com policiais. Ao retomar a caminhada, sofreu uma nova tentativa de atropelamento do Siena. Nervosa com os arrancos do automóvel, ela correu para um bar e se trancou no banheiro. O vidro do Siena foi aberto, segundo relata, e surgiram homens encapuzados. "Os caras ficaram atordoados (no bar). "Nossa, vai morrer todo mundo..." O cara ainda me perguntou: ...
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