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Exemplo de uma Antítese

Antítese

O que é e quando usar Crase?

Crase é um dos metaplasmos por supressão de fonemas a que as palavras podem estar sujeitas à medida que uma língua evolui. Neste caso, há a fusão de dois fonemas vocálicos idênticos e seguidos em um só. O termo crase significa fusão, junção. Em português, a crase é o nome que se dá à contração da preposição "a" com: artigo feminino "a" ou "as". o "a" dos pronomes "aquele"(s), "aquela"(s), "aquilo", "aqueloutro"(s) e "aqueloutra" (s). o "a" do pronome relativo "a qual" e "as quais" o "a" do pronome demonstrativo "a" ou "as". Observação geral de Crase: Sempre haverá crase quando a oração se refere a alguém ou a alguma coisa. O sinal que indica a fusão, que indica ter havido crase de dois aa é o acento grave . Acentua-se a preposição a quando, substituindo-se a palavra feminina por uma masculina, o a torna-se ao . As palavras ...

Ética e sociedade

Se a Ética está intrinsecamente ligada ao outro, então ela se aplica igualmente à sociedade como um todo, visto ser esta composta de muitos “outros” a relacionar-se com um determinado indivíduo. Dessa forma, temos que, ainda aqui, existem princípios éticos a serem respeitados, sob pena de o grupo humano fragmentar-se sob ideias e atividades danosas aos indivíduos e, portanto, ao próprio grupo. Exemplo disso pode ser encontrado na prática do trabalho escravo. Há pouco mais de dois séculos, ou menos ainda, era comum o trabalho de escravos ou o trabalho em troca de comida pura e simplesmente. Mesmo crianças de até 5 anos de idade eram empregadas nas fábricas inglesas, em plena Revolução Industrial. Na Ouro Preto do Ciclo do Ouro, no século XVIII, crianças também eram amarradas a cordas e descidas por buracos escuros, para trazerem de lá o minério. Já no século XX, era frequente no Brasil a ação dos "gatos", aliciadores de pessoas para trabalhar em regiões pouco hab...

Ricardo Felício afirma que o aquecimento global é uma mentira

O professor de climatologia na USP Ricardo Augusto Felício fez doutorado sobre a Antártida e afirma com todas as letras: “o aquecimento global é uma mentira”. Segundo ele, não existem provas científicas desse fenômeno. Ricardo Augusto Felício comentou que o nível do mar não está aumentando e que o gelo derrete sim, mas depois volta a congelar, porque esse é o seu ciclo. O professor lembrou ainda que o El Niño, um fenômeno natural, faz esse nível variar cerca de meio metro. “O nível do mar continua no mesmo lugar. Primeiro se fosse derreter alguma coisa, teria que ser a Antártida, mas para derretê-la você tem que ter na Terra uma temperatura uns vinte ou trinta graus mais elevados”, explicou o professor. Ricardo também afirmou que o efeito estufa é uma física impossível e que a camada de ozônio é uma coisa que não existe. O professor ainda respondeu perguntas da plateia como se a Amazônia é o pulmão do mundo e se a garoa característica de São Paulo está diminuind...

A mídia, o novo Deus