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Além do que se vê


Nunca falou-se tanto em meio ambiente, impacto ambiental, reciclagem, poluição e aquecimento global quanto nos dias atuais. Mas essas idéias, hoje amplamente difundidas, começaram lá na década de 70, através dos hippies que pregavam a interação e o respeito a natureza, ficando erroneamente estereotipado desta forma. Esse movimento ficou conhecido como “Peace and Love”.
Até bem pouco tempo atrás, a preocupação com o meio ambiente era vista como “frescura” ou “gente maluca que não tem nada melhor pra fazer”. Hoje em dia tudo mudou. Mas, o quanto isso é bom? De lá pra cá, tivemos conferências importantes (as mais significativas foram a de Estocolmo, em 72, e a do Rio, em 92), que contaram com a participação de ONG´s e chefes de Estado. Algumas conquistas, sem dúvida alguma, aconteceram. E a principal delas é a atenção dada ao tema, antes restrito somente a poucos grupos.
O modelo de desenvolvimento e consumo atual, predatório, ainda está longe de ser modificado. Isso porque há muitos interesses em jogo. A mídia, principalmente a televisiva, é uma grande formadora de opiniões. Pode influenciar nas decisões mais importantes que um país pode e deve tomar. Então, cada vez mais vemos comerciais e programas com temáticas ambientais, dando dicas e fazendo propaganda do que determinado fabricante ou produto faz para preservar. Mas repare que, estes comerciais são, provavelmente, um incentivo para o consumo. Seja para que você troque de carro, compre um guarda-roupa, uma TV, um celular, etc.
É impossível fazer algo significativo para preservar o meio ambiente sem, primeiro, frear o impulso consumista que nos move. E os grandes fabricantes, que são quem realmente ganham com isso, claro, jamais divulgarão informações e ideias como estas.
É preferível dizer que, ao comprar determinado produto, mudas de árvores serão plantadas.
Digo isso para tentar lançar luz ao fato de que, desde os primórdios do movimento ambientalista, muito pouco de efetivo foi feito. Conceitos equivocados ainda estão arraigados no consenso geral e poucos são os que conseguem enxergar além do que nos dizem os meios de comunicação.
Daí a importância de uma Educação Ambiental diferenciada, ampla e ousada. Esse é o grande paradigma do século 21.

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