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Bidê é melhor para o meio ambiente do que o papel higiênico






A descarga de um vaso normal no Brasil consome cerca de 12 litros de água toda vez que é acionada. Sim, até nesta hora é possível se preocupar com o impacto causado ao meio ambiente. Prova disso é a criação de botões duplos (com mais vazão para resíduos sólidos e menos para os líquidos) e até de complexos sistemas de vasos sanitários ecológicos. Nessa de poupar água no banheiro, o alvo da vez se tornou o bidê, que alguns alegam desperdiçar ainda mais do precioso líquido.






Para averiguar se o pequeno chafariz é mesmo um vilão do meio ambiente, Verdade Inconveniente pediu paraa consultoria ambiental CarboClima calcular o que é mais ecológico: usar papel higiênico ou bidê.






A companhia considerou que uma pessoa usa, em média, 24 rolos por ano (estimativa com base em pesquisas sobre o tema), e calculou o gasto de água do uso de bidê durante o mesmo período. Também foi considerada a emissão de CO2 causada pela produção de ambos, sendo que a do bidê, feita com dados fornecidos pela Deca, foi considerada irrisória pela empresa. Como resultado, o uso anual de papel higiênico emite 54,63 kg/CO2, contra 16,61 kg/CO2 do bidê: três vezes mais emissão. Ou seja, a vida com bidê, além de menos áspera, é mais ecológica. Por conta da dificuldade de obter dados precisos sobre logística, a estimativa não considerou o transporte de ambos os produtos. Não foi estimado também o efeito do uso de ambos ao mesmo tempo.






Mas será o papel higiênico um vilão dos banheiros? Allen Hershkowitz, cientista do Natural Resources Defence Council, maior grupo de ativistas ambientais dos Estados Unidos, chegou a afirmar ao jornal britânico The Guardian que o papel higiênico “é um produto que usamos por menos de três segundos e que as conseqüências ecológicas de sua fabricação das árvores são enormes”. Ela disse que mais de 98% do papel higiênico vendido nos Estados Unidos vêm de mata nativa – já na Europa e América Latina, 40% vêm de produtos reciclados.






Garna Kfuri, diretora da CarboClima, afirma que o papel higiênico é “altamente nocivo” ao meio ambiente e tem outros agravantes, mesmo só levando em conta seu descarte. “Ele pode entrar pela fossa, sair pelo esgoto, ir para um gradeamento até ser retirado como um resíduo sólido e encaminhado para um aterro sanitário para ser decomposto e transformado em metano”.






O Greenpeace dos Estados Unidos tem um guia que avalia se o papel higiênico de várias companhias é ecológico ou não, levando em conta principalmente seu processo de fabricação.


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