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Japão quer colocar um cinturão de painéis solares na Lua para gerar energia para toda a Terra

O Japão busca alternativas para gerar energia após o incidente em Fukushima. O país está adotando a energia solar como uma de suas principais formas de geração energética. Pensando nisso, uma ambiciosa empresa está pensando em gerar energia para todo o planeta colocando um cinturão de painéis solares em nosso satélite natural. O que a Shimizu Corporation planeja é colocar, em linha reta, centenas de milhares de painéis solares que iriam transmitir a energia gerada para a Terra através de radiação de micro-ondas. O projeto, chamado de Luna Ring, pode sair do papel e virar realidade em 2035. A empresa defende que o projeto forneceria uma “quase” inesgotável forma de geração de energia, além de não ser poluente e trazer prosperidade para a vida no planeta. Os robôs teriam um papel importantíssimo na construção do cinturão, sendo operados por engenheiros aqui da Terra 24h por dia. Recursos lunares poderiam ser usados para produzir insumos, como a água, através de hidro...

GABARITO: AGENTE DE COMBATE ÀS ENDEMIAS - PRELIMINAR

Concurso de Parauapebas realizado em 22/02/2015

Só 53% das obras de infraestrutura ficaram prontas antes da Copa

As obras de mobilidade urbana, ampliação de aeroportos e outras melhorias de infraestrutura nas 12 cidades que receberiam a Copa do Mundo de 2014 foram o principal argumento para convencer os céticos de que organizar o torneio valeria a pena. O dinheiro gasto seria um investimento para melhorar a qualidade de vida da população. Mas ao longo dos sete anos de preparação, muitas obras atrasaram, algumas foram descartadas e, de concreto, houve poucas melhorias. Veja toda a matéria

Auditoria encontra problemas em obras da Copa do Mundo no MT

Uma auditoria feita pela Controladoria Geral de Mato Grosso encontrou problemas em 14 obras para a Copa do Mundo. Sete meses depois do mundial, algumas ainda não ficaram prontas. O relatório da auditoria aponta problemas que vão desde atrasos até falhas estruturais. Na lista das obras está a mais cara de todas. O VLT - Veículo Leve sobre Trilhos. O projeto prevê a construção de duas linhas com 22 quilômetros de extensão. Entre os problemas apontados pelo relatório estão: falta de um cronograma de execução da obra e falta de projetos executivo e de desapropriação das áreas afetadas; também foram identificados problemas na qualidade das obras em execução, e no que já foi executado. Os técnicos declaram que sem projetos adequados não há como garantir a qualidade e até a segurança das obras. O VTL começou a ser construído em junho de 2012 e a previsão era de que ficasse pronto antes da Copa. Mas até agora, segundo o laudo técnico, apenas 16% dos trabalhos foram concluídos. E o consórc...